quarta-feira, 6 de agosto de 2008

RN APARECE EM 16º NO RANKING
Confira os municípios que estão no baixo nível de desenvolvimento.

O Rio Grande do Norte aparece em 16º no ranking de desenvolvimento municipal divulgado recentemente pela FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado Rio de Janeiro). O ranking foi montando a partir do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que o Sistema Firjan construiu para atender a uma das ações propostas no Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, e que agora é realizado em todo o país.Para obter os índices que variam entre 0 e 1, foram mapeados indicadores de todos os 5.564 municípios brasileiros dentro das três principais áreas de desenvolvimento humano: emprego e renda, educação e saúde. No RN, apesar da queda da 15ª para 16ª posição no IFDM, o Estado teve registrada uma melhoria no desempenho em relação à medição dos índices municipais realizada em 2005, passando de 0,5384 para 0,6268, em 2008, o que totalizou uma evolução de 16,41% entre os dois períodos analisados. No Brasil, o crescimento médio foi de 19,73%. A média dos demais estados brasileiros foi de 15,53%.As cidades de Natal, Mossoró, Guamaré, Alto do Rodrigues e Parnamirim lideram o ranking no Estado. Na base da lista aparecem São Bento do Trairí, Riachuelo, Antônio Martins, Espírito Santo e Japi. Em comum, elas têm baixos índices de emprego e renda.A capital, Natal, manteve a primeira posição entre 2000 e 2005, com a pontuação passando de 0,6580 para 0,7736, e no cenário nacional aparece em 14º lugar entre as 27 capitais – era a 13ª em 2000. São José do Campestre foi a cidade que mais avançou no ranking, com crescimento de 56,8% do índice, para 0,5155. Dos municípios do Rio Grande do Norte, a maioria avançou nos indicadores em relação à situação de 2000. Apenas oito tiveram queda no índice. Jundiá não tem dados disponíveis para a comparação com o ano de 2000. O IFDM passará a ser divulgado todos os anos e a sociedade poderá acompanhar a evolução do desenvolvimento dos municípios brasileiros e os resultados da gestão municipal.
IFDM mede parâmetros O IFDM supre a inexistência de um parâmetro para medir o desenvolvimento sócio-econômico dos municípios e distingue-se por ter periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. O mais bem-sucedido entre os demais indicadores, o IDH-M, criado pela Organização das Nações Unidas, por exemplo, baseia-se em dados do censo demográfico, realizado apenas a cada dez anos.As fontes de dados do IFDM são oficiais e sua metodologia permite a comparação quantitativa serial e temporal dos municípios analisados, possibilitando inclusive a agregação por estados. Os critérios de análise estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento municipal. A média brasileira do IFDM, em 2005, foi de 0,7129, superior ao resultado de 0,5954 em 2000. Na primeira metade dessa década houve melhora efetiva do perfil de desenvolvimento dos municípios brasileiros, constatada em 87,9% deles. O IFDM de 29% de todos os municípios brasileiros, em 2005, variou entre 0,6 e 0,7 contra apenas 22,5% que apresentaram essa faixa de classificação em 2000.

Fonte: de Fato

1 Comentário:

Anônimo disse...

Olá Patrício!
Amigo estou presisndo de uma sfotos da serra, da cidade, dess que está na abertura do blog do recreio e etc para concluir o material de campanha de Bibi que quem está fazendo sou eu aqui em Mossoró. se puder me mandar eu agradeço. abraço.henrique aurelio

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